quinta-feira, 20 de novembro de 2014

#Must-have

Ando a namorar lenços, cachecóis, mantas e echárpes como nunca... E acho que vão aparecer uns quantos cá por casa o quanto antes. não fosse este um must-have para estes dias de Inverno que parecem não dar tréguas a partir de agora. Biquínis, até para o ano (sim, eu fui para a praia até ao dia 30 de Outubro...)! Podia o Pai Natal trazer estes aqui debaixo, se não fosse pedir muito...









(All ZARA)


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Delinear objectivos.

Há uma semana que inicie um momento importante na minha vida. A agenda de semana para semana está mais preenchida mas é preciso saber estabelecer prioridades e encontrar o rumo certo no meio da falta de certeza.

Desde há uma semana que comecei a treinar para correr a Maratona, mais precisamente, 42,195km.

Sempre foi um sonho meu, apesar de não ser esta a minha estreia no mundo do Atletismo é, definitivamente, a primeira vez que me auto-proponho a correr uma tão longa distância. Vai ser um longo caminho e antes da Maratona virão provas de mais curta distância para que o corpinho e, sobretudo, a mente, se preparem para todo este admirável mundo novo. Tem sido muito bom. Sinto-me verdadeiramente grata por estar a traçar um caminho onde me enquadro na perfeição. É bom remexer em paixões do passado, como sempre foi para mim a corrida, e trazê-las de volta ao presente, onde fazem mais falta que nunca. 

Agora é continuar. Não desistir. E é tão bom viver assim. 




segunda-feira, 10 de novembro de 2014

De hoje.

Lá para as 22 horas.


Por agora, fico-me pela procrastinação, pelo estudo e pela certeza de que amanhã será melhor do que hoje. Mas o hoje era necessário para compreender isso mesmo. Tudo na vida faz sentido.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

O valor do dinheiro

Tenho muita dificuldade em falar sobre dinheiro. 

Essa dificuldade surge no facto de permanentemente me questionar relativamente ao surgimento disto a que, hoje, chamamos de "sociedade". Esta coisa artificial, naturalmente criada pela Homem. Este artifício que nos estandardizou e nos roubou aquela genuinidade característica de tempos demasiado recuados. 

Este artifício que não podia deixar de existir. E pronto, aconteceu o inevitável: eram precisas alternativas as trocas de géneros e apareceu o mini monstrinho - o dinheiro.

O dinheiro é um bicho feio e mau que dá cabo do mundo. Dá cabo da vida das pessoas que não o têm e das que o têm em excesso. O dinheiro faz as pessoas chorarem sem parar quase sempre e rirem em momentos muito pontuais, naqueles dias (raros) em que o ordenado não é  o pior de sempre e sentimos que a nossa conta até tem uns dígitos engraçados que dão para, sei lá, comprar duas t-shirt´s (nos saldos, claro) ou então para ir jantar um dia fora (ao restaurante rasca, óbvio).

Toda a gente trabalha à espera do dinheiro. Daquele que quase nunca chega a tempo e horas.Ah, sim, esqueci-me de dizer que o dinheiro não é pontual, nem tão pouco assíduo. 

Por isto tudo, o dinheiro merecia ser despedido de vez. De vez da vida das pessoas que deixam de viver por causa do dinheiro. Questiono tantas vezes o velhinho ditado do "Dinheiro não trás felicidade!". Mentira. Grande mentira. O dinheiro traz sim felicidade, porque é o dinheiro que permite dar de comer aos nossos, que permite pagar o tecto onde nos deitamos debaixo todas as noites, é o dinheiro que nos permites um ou outro prazer singelo, que nos puxam para fora do stress do dia-a-dia (que se deve também ao dinheiro, permitam-me acrescentar!). 

Se há algum dinheiro que para mim pague uma manhã ao Sol a ler um bom livro? Não. Que pague o prazer de  ouvir as melhores canções do Zeca Afonso, enquanto me refresco com uma limonada no jardim? Não. Que pague um dia inteirinho na praia a ouvir a maresia e a coleccionar conchas? Não. Que pague as gargalhadas do meu amor pequenino enquanto lhe conto uma história qualquer, inventada à pressão? Não.

Mas o dinheiro faz falta na mesma. Não é tudo, mas é imprescindível para que consigamos viver em pleno, viver felizes.

Raios partam o dinheiro que, cá para mim, éramos muito mais felizes a trocar 1kg de batatas por 1kg de farinha e por aí a fora, ai  não que não éramos!