quinta-feira, 12 de junho de 2014

Calma.

Dias em que a calma impera.
 Em que o sabor a férias dão aso para mais, muito mais que a rotina.

 É tão bom viver assim.




terça-feira, 10 de junho de 2014

É só.

Nestes dias, que já vão cheirando a verão, é fácil preparar qualquer refeição. Eu saio do estado invernoso da hibernação e atiro-me com unhas e dentes à arte de "liquidificar". É tal e qual isto. Eu admito ser uma batido-dependente, seja em que circunstância for, para mim um batido é a refeição perfeita. 

Mas atente-se, não faço parte daquele pessoal maluco que só bebe batidos e depois dá trabalho ao INEM, eu sei que estamos em tempo de crise e, ainda para mais o desemprego aumenta de dia para dia mas, espera aí, que o pessoal do INEM não precisa de vir em marcha de emergência para agarrar um coitado que não come há tréé mééses, como se diz por cá. 

Os batidos verdes, laranjas, azuis, matizados, estão definitivamente na moda e, apesar de já os consumir há vários anos, sei perfeitamente que não substituem uma refeição são, APENAS E SÓ, um complemento. 

Encontrando-me eu em estado semi-férias, tenho tempo para os pequenos-almoços tardios no jardim. Com as idas à praia ao começo da tarde não há tempo para pensar em digestões morosas, que por sinal deixei de fazer assim que eliminei o consumo de carne. Tenho um vasto leque de opções, todos os dias o meu pequeno-almoço é uma descoberta. Hoje, por exemplo, tomei um batido de beterraba, espinafres, banana e leite de amêndoa, comi uma taça de papas de aveia, trigo sarraceno, sementes de girassol, chia e linhaça e algumas pevides de abóbora e ainda uma torrada  recheada com puré de abacate, que eu amo, e saladinha

Este meu brunch, tomado neste acalmia que me fascina, foi um elemento determinante para o sucesso do meu dia que, maravilhosamente, vivi.

Porque há quem diga e eu acredito: depois da tempestade vem a bonança. A bonança e um bom pequeno-almoço, pois tá claro. 


sábado, 7 de junho de 2014

Dias maus.

Há dias em que as coisas correm mal. Deixe-mo-nos de rodeios: há dias em que verdadeiramente só nos apetece enfiar a cabeça na almofada e esperar que o próximo seja melhor.Hoje foi um desses dias. Tinha tantas expectativas. Esse foi exactamente o problema. Tinha tantos planos. Planos que não se realizaram e, pior, que trouxeram com eles frustração, desânimo e, sobretudo, desalento. 

Enfim, venha agora a parte menos má.

Porque nestes dias, há sempre uma réstia de esperança que nos faz destapar o pano da infelicidade. 

Aconteceu.  

O mar é o meu melhor conselheiro nestes momentos, sentir a brisa na cara aviva-me a memória, não distante, de dias bons e felizes. Porque afinal, são os dias menos bons que nos fazem valorizar os períodos em que estampamos um sorriso no rosto.

No final do dia: sou feliz. 













segunda-feira, 2 de junho de 2014

#Muito possivelmente.

Muito possivelmente tenho os melhores amigos do mundo.

Muito possivelmente, sou capaz de em poucos instantes lhes apontar uns dez ou vinte defeitos, mas melhor, melhor que tudo, sou capaz de, no mesmo período de tempo, apontar trinta ou quarenta qualidades.

Independentemente dos circunstancialismos da vida, eles são os melhores. 

Chorar de tanto rir ou rir de tanto chorar é daquelas coisas que, quando verdadeiras, não se fazem com toda a gente. Eu faço, com os melhores amigos do mundo. Aqueles que têm o dom de me deixar de coração cheio, de sorriso estampado, com uma força incrível para levar até ao fim o próximo objectivo, a próxima etapa. São os melhores do mundo. E sim, eu sou super babada por tê-los comigo.

Conheci novas pessoas, novas mentalidades, novas formas de viver, alarguei os meus horizontes e agradeço todos os dias por isso, mas sabe bem, tão bem, chegar a casa e ter lá o pessoal de sempre à nossa espera. 

É tão bom. Tão bom.

Obrigada ao pessoal de sempre, de ontem e de hoje. Que fiquem para amanhã, ou melhor, para o resto da vida.