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terça-feira, 1 de julho de 2014

#out

Ida ao Badoca Park com a pequenada da família. É voltar por umas horas à infância. Porque eu sou grata todos os dias por me terem proporcionado a melhor infância do mundo, naquela em que me mostraram os sítios mais belos do país, em que me contaram histórias todos os dias, em que me encheram o cabelo de ganchinhos pirosos, em que me afagavam nos braços como se fosse o último dia. É amor, sem dúvida.












segunda-feira, 23 de junho de 2014

Happy Birthday Nô Nô!

Os anos passam, passam tão rápido. Esperamos sempre por mais, por melhor. Raramente agradecemos pelo que temos, pelo que a vida nos proporciona, afinal, o que importa é que devíamos ter mais, ainda mais. Ontem, o grande amor da minha vida, a minha mana, celebrou mais um aniversário. Num clima de festa e alegria, cheio de grandes iguarias feitas na íntegra pela família linda que temos, as cores vibrantes invadiram a sala e senti-me verdadeiramente grata. Grata por estar rodeada pelas melhores pessoas que a vida me podia proporcionar, grata por acreditar que as coisas simples mas feitas em grande clima de união não podiam resultar melhor. Porque para mim, as festas dos pequenitos são isto, bocas lambusadas de chocolate, cambalhotas na relva, mesas cheias de doces da avô, quartos com brinquedos pelo chão e sorrisos, muitos sorrisos. 

Obrigada.











quinta-feira, 19 de junho de 2014

Voltar ao trabalho, em férias.

Que paradoxo tão incrivelmente vivido, por enquanto. É uma realidade que não vivo ainda com o ânimo de quem não tem nenhuma obrigação ou tarefa por cumprir. Há ainda tanto, tanto, por fazer. As minhas férias só chegam no dia 17 de Julho, falta um mês. Férias... Em Agosto o trabalho espera-me. Mas, até lá, mantenho uma rotina que não me satisfaz totalmente, mas é aproveitada o melhor que me é possível, entre um estudo quase recreativo, passeios na praia, cafés longos, projectos e muita fotografia. Ando muito preenchida, mas, o que queria mesmo, era estar oficialmente de férias. Era não sentir um nó no estômago quando sei que ainda tenho muito sofrimento e nervos para viver, enquanto me encanto ou desencanto nas orais de melhoria, na minha querida FDL. Tenho, imperativamente, de valorizar as coisas boas que a vida me proporciona. Afinal, estou no curso que amo, tive um bom aproveitamento, mas luto por mais e melhor, como sempre. Vivo no sítio mais bonito do mundo, que me acalma e me resgata do meu espírito inquieto que às vezes quase me consome. Tenho ao pé de mim o melhor, o melhor de sempre. Penso em quem tem pouco e afinco-me no trabalho, enquanto a madrugada corre. Faço uma pausa e passo por aqui. Deixo as minhas palavras e as fotos do meu dia, deste dia inquieto, como os outros, desejando que o de amanhã se aproxime, mais um pouco, da rotina que quero que marque a minha vida, no próximo mês. Ai, tanto trabalho. Continuemos, o futuro recompensará, assim o espero.

Até já.







quinta-feira, 12 de junho de 2014

Calma.

Dias em que a calma impera.
 Em que o sabor a férias dão aso para mais, muito mais que a rotina.

 É tão bom viver assim.




terça-feira, 20 de maio de 2014

Leve.

É exactamente assim que me sinto, leve. Redefinir prioridades, encontrar o equilíbrio no meio dos dias mais complicados, receber os miminhos todos do melhor namorado do mundo, enriquecer-me, ler, estudar, cozinhar, conversar com a mãe, brincar com o pai, passar os finais de tarde a correr na praia com a mana. 

É tão bom, sabe tão bem.

A vida dá-nos presentes que devemos receber de coração aberto. É na busca do equilíbrio que está a felicidade. O meu equilíbrio está no meio dos dias ocupados, daqueles em que encontro uma razão de ser para a minha presença na Terra, são nestes dias que sinto que renasço e sorrio, sorrio muito.

A chuva hoje não me deixou nostálgica como sempre deixa, na realidade, acho que começo a viver mesmo de uma outra forma. Sinto-me organizada, orientada. Claro que falta muita, muita coisa, mas tudo vai ao lugar com o tempo. É assim a vida. 

E é tão bom viver. 



sábado, 10 de maio de 2014

Busy days.



Avizinham-se dias de calor por aqui. A praia enche. Por enquanto só lá posso ir uma ou duas horinhas ao fim-de-semana, que o semestre acaba não tarda e as notas não se recebem em troca de conchas... É pena.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

A propósito de dias felizes.

 Sobre dias na praia, à tardinha, que se têm transformado em rotinas boas. Em momentos que partilho de coração cheio. De alma cheia. E de sorriso sempre, sempre pronto. São estas coisas que enchem os dias de momentos que guardarei na memória.

Vou deixar-me de coisas, sou tão tão feliz aqui. 


(Em casa.) 


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Na casa do avô.

Há bichos, há alfaces, cenouras, muitas flores e frutos e um sem fim de carinho para partilhar por todos nós. Definitivamente, a casa do avô é um dos meus lugares favoritos, que está sempre no coração. A casa do avô cheira a maçãs camoesas, a pão acabado de sair do forno e a farinha torrada. Na rua, cheira a terra húmida e ouvem-se sempre os pássaros a chilrear. Na casa do avô toda a gente é feliz. Nunca há silêncio, porque a voz do avô envolve-nos a alma a todos. Meu querido avô.






sábado, 3 de maio de 2014

Sextas BO-UAS.







#Passeios de final de tarde

Ando definitivamente a atravessar uma fase de passeios de final de tarde.

 Daqueles rápidos mas curiosamente ricos. Redescobrir os mesmos sítios, reinventado-me, perspectivando uma nova fase que me espera. Não sei como será construída ou vivida por mim a longo prazo, por agora espero, espero por dias melhores. Nunca desacreditando na força que tenho mas de que às vezes me esqueço...

Bolas prá vida, sempre em cima de mim. (5 minutos, eram só 5 minutos...)





quinta-feira, 1 de maio de 2014

#Este feriado. Bom.


Tantas saudades que me matavam aos bocadinhos. Tantas saudades do colo da mãe, tantas, tantas que ainda dói. Voltei a sentir-me viva. Percebo agora o sentido de os pais serem quem nunca desiste. Eu sentia-me a desistir da nossa relação, sempre cheia de picos que me deixavam nostálgica, quase sempre tristemente nostálgica... Hoje senti de novo o abraço, o abraço apertado. Ai, que felicidade.

Definitivamente, renasci.